#110 Casa de Orates ep 01 – Por que nossa mente está doente?
nov 26, 2020

Compartilhar

Assine o Oxigênio

O Casa de Orates é um podcast para conversar sobre saúde mental e, nesse primeiro episódio, vamos tentar entender o que está deixando nossa mente doente.

No mundo são quase 1 milhão de pessoas vivendo com algum transtorno mental. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 300 milhões de pessoas sofram com a depressão e cerca de 260 milhões com a ansiedade. Ainda assim, a saúde mental é uma das áreas mais negligenciadas da saúde pública.

Por que nos dias de hoje transtornos como depressão e ansiedade são cada vez mais comuns? Existe mesmo mais gente doente ou mais casos estão sendo diagnosticados? Será que o modo como vivemos afeta a nossa saúde mental?

Para responder a essas e a outras perguntas, conversamos com Marcelo Brañas, médico psiquiatra da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e Bruno Emerich, psicólogo e doutor em saúde coletiva na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Os dados apresentados nesse episódio foram obtidos no site da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e estão disponíveis em: <https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6263:dia-mundial-da-saude-mental-uma-oportunidade-para-dar-o-pontape-inicial-em-uma-grande-escala-de-investimentos&Itemid=839>

Créditos da imagem: Fernando Cabral (@cferdo/Unsplash)

Roteiro:

[primeiro entrevistado]: Saúde pra mim, primeiro começa pela prevenção, né? Você tem que se cuidar, praticar exercício, se alimentar bem, né. Evitar excessos, dormir bem, né… Então isso, eu acho que tudo isso faz parte pra que você tenha uma boa saúde, né.

[segunda entrevistada]: Saúde é qualidade de vida. É ter acesso a uma boa educação, acesso a tudo aquilo que o governo deve nos proporcionar de bom, né. Saúde, na minha visão, saúde não tá relacionada só à questão medicamentosa.

[terceiro entrevistado]: Acho que saúde é a gente poder proporcionar tanto pra nossa família, nossos filhos, né, toda a assistência básica, né? É uma boa alimentação, é… cultura também, né. Isso tudo tá aí incluído no pacote de saúde, né?

[quarta entrevistada]: É quando a pessoa fica bem e ela fica muito saudável. E comer fruta saudável.

Roberta Bueno: Quando você pensa em saúde, o que vem à cabeça?

Ana Augusta: É bem provável que a sua resposta seja parecida com alguma dessas, ou com mais de uma.

Roberta: Pra grande parte da população, a percepção de saúde ou a ideia que se tem sobre o que é levar uma vida saudável tá relacionada basicamente com a nossa saúde física. A gente esquece da mente.

Ana Augusta: A própria Organização Panamericana de Saúde diz que a saúde mental é uma das áreas mais negligenciadas da saúde pública. Poucas pessoas têm acesso a serviços e tratamentos de qualidade.

Roberta: Pra se ter uma ideia, mais de 75% das pessoas com transtornos mentais não recebem nenhum tipo de tratamento nos países de baixa e média renda. Além disso, ainda tem o estigma e o preconceito com relação a essas doenças, que fazem com que muitas pessoas não procurem tratamento.

Ana Augusta: E realmente tem muita gente sofrendo. No mundo, são quase 1 milhão de pessoas vivendo com algum tipo de transtorno mental. A cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio em decorrência da depressão ou de outra doença.

Roberta: Pra piorar esse cenário, veio a pandemia de covid-19, que nos trancou em casa, nos afastou fisicamente da família e dos amigos e trouxe o medo e a insegurança pra nossa rotina.

Ana Augusta: Os especialistas já alertam pra uma onda enorme de casos de transtornos mentais por causa da pandemia do novo coronavírus. Não dá mais pra negligenciar esse assunto. Eu sou Ana Augusta Xavier.

Roberta: Eu sou Roberta Bueno e esse é o Casa de orates, um podcast pra conversar sobre saúde mental. Nesse primeiro episódio, vamos tentar entender porque nossa mente está ficando doente.

Anelise Righi: Tá bom amiga, vamo lá…

Ana Augusta: Eu queria que tu me contasse, me descrevesse assim, como que é mais ou menos um dia teu, na tua rotina normal, antes da pandemia e agora que tu voltou a trabalhar presencialmente.

Anelise: Então, eu sempre fui muito intensa no meu dia, eu acordava realmente cedo, entre 5 e 6 da manhã, muito porque, até parece uma bobagem né, mas como eu quero ser muito produtiva durante o meu dia eu ficava irritada com o trânsito pra chegar no trabalho que acabava sendo super perto, era 5 a 7 minutos de carro, mas se eu fosse num horário de pico das 8 da manhã eu pegava meia hora de trânsito, então começava assim meu dia, já na correria. Então como eu nao queria perder essa meia hora, eu ia pra academia que fica do lado do prédio, fazia academia lá entre 6 e 7 da manhã, tomava banho ali, tomava café no trabalho, 8 da manhã eu tava começando o meu dia, organizando, estruturando como ele ia ser, pra começar as 9 que era basicamente quando as pessoas começam a chegar no escritório eu já tava assim, a 100 por hora né. Então eu gostava dessa sensação de ser a que já tá ali correndo enquanto as pessoas tão chegando, colocando o café na mesa, eu já tô no sétimo email. Então é uma personalidade que eu tenho e que nem sempre eu acho ela positiva. E aí eu tinha a minha rotina de reuniões durante o dia, parando só pra almoçar entre uma hora, uma hora e meia, e aí eu acabava ficando em reuniões, apresentações, tudo que, da rotina aí corporativa até o final do dia. Uma das coisas interessantes é que, no final do meu dia, ele sempre era muito produtivo, porque, entre 6 e 8, era quando o escritório começava a ficar mais calmo de novo, então eu adorava tipo, ir falar com as pessoas, entender o que tava pendente o que que não tava, então eu acabava, quando eu já tava cansada, eu acelerava ainda mais pra ficar no escritório até umas 8 da noite, um pouquinho, entre 8 e 9 horas às vezes, pra realmente me sentir que “ah, fiz tudo o que eu tinha que fazer, tudo que eu tinha que entregar”.

Ana Augusta: Essa é a Ane. Ela é minha amiga de infância e trabalha numa multinacional em São Paulo. Assim como eu, ela saiu da casa dos pais na adolescência e hoje mora longe da família e de grande parte dos amigos, que continuam lá no Rio Grande do Sul.

Roberta: Essa rotina acelerada é comum a muitas pessoas. Parece que vivemos correndo contra o tempo, o tempo todo e pior… parece que nunca conseguimos dar conta de tudo. E pode ser isso o que está nos deixando doentes.

Marcelo Brañas: Há um excesso de individualismo, uma pressão enorme por performance e as pessoas acabam vivendo sozinhas em cidades grandes. As interações estão menos presenciais, mais digitais, agora mais digitais ainda em meio à pandemia, e há menos apoio da comunidade, as pessoas estão mais longe dos seus familiares e com menor senso de pertencimento. Tudo isso tá correlacionado com maior chance de suicídio e na prática do consultório a gente observa muitos desses casos.

Ana Augusta: Quem tá falando agora é o Marcelo Brañas…

Brañas: Eu sou médico e psiquiatra pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, atuo no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas até hoje, e lá eu tô ligado em ensino e pesquisa. Eu trabalho num ambulatório para adolescentes com transtorno de personalidade, e supervisiono lá os médicos residentes que estão em formação.

Ana Augusta: A gente foi conversar com ele pra tentar entender porque tanta gente está sendo diagnosticada com transtornos mentais nos últimos anos, principalmente depressão e ansiedade.

Brañas: Dados de diversas organizações, inclusive da OMS, mostram que os índices de depressão, ansiedade e burnout tem sim aumentado nos últimos anos, mas ainda, na verdade, há uma dúvida, se realmente houve um aumento da prevalência, ou seja, do número de casos na população, ou se na verdade, é … mais casos estão sendo diagnosticados.

Roberta: O Marcelo disse que o aumento nos casos foi proporcional ao crescimento da população nos últimos anos, e que isso apoiaria a hipótese de que na verdade não houve um aumento real na quantidade de pessoas doentes, mas sim um aumento nos diagnósticos. E também tem o fato de que esse aumento não aconteceu quando falamos de esquizofrenia e transtornos alimentares, por exemplo.

Brañas: Agora, em contrapartida, teve um aumento no Brasil e em diversos países, por exemplo, de automutilação e suicídio em adolescentes. Então, ainda há essa dúvida. Talvez não seja uma resposta única, talvez dependa do transtorno em si.

Roberta: As redes sociais digitalizaram as relações. Estudos recentes mostraram que o uso excessivo dessas plataformas impactam negativamente a nossa saúde mental.

Ana Augusta: Uma pesquisa realizada com mais de 6.500 adolescentes na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, apontou que aqueles que ficavam mais de três horas por dia nas redes sociais apresentaram maior risco de transtornos mentais.

Roberta: Outro estudo feito por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia mostrou que a redução do uso das redes para 30 minutos ao dia aumentou o bem estar e diminuiu a sensação de solidão e a depressão entre os universitários. Marcelo conta que também vê isso em seus pacientes.

Brañas: E eu no consultório trato bastante adolescentes né, e a gente observa muito assim que, na verdade, é mais complexo o problema. Porque muitos adolescentes, por exemplo, com já uma dificuldade prévia de socialização por diversos motivos, vão migrando gradativamente pra uso de forma exclusiva de redes sociais, como forma de interação com outros adolescentes, ou, por exemplo jogam jogos, e durante o jogo, videogame, acabam interagindo de forma exclusiva, e isso acaba virando um círculo vicioso, porque o adolescente acaba ficando mais recluso ainda, se expõe menos a relacionamentos, acaba então diminuindo o reportório de habilidades sociais e cada vez interage menos com os outros. Então, isso sim é um problema atual, e as pessoas têm que estar bastante conscientes desses malefícios do uso excessivo de redes sociais.

Anelise: Tem uma frase que eu gosto muito, que é pra gente refletir às vezes em algumas atitudes, que é “a gente muitas vezes se define pelo outro”. Então, o que o outro acha, o que o outro pensa, o que o outro critica acaba sendo uma verdade pra você, então eu acho que isso também, a gente não tá sozinho né, no mundo, e isso acaba nos influenciando muito no dia a dia, então a gente ter essa pressão de tentar ser uma mulher perfeita, uma mulher maravilha, muitas vezes é reflexo de uma sociedade que a gente vive também, e de como as pessoas esperam que a gente seja né.

Roberta: Vivemos em uma sociedade que insiste em nos encaixar em determinados padrões. É no jeito que nos vestimos, na profissão que escolhemos, na maneira como nos relacionamos… Ser diferente é um problema. Bruno Emerich, que é psicólogo e doutor em saúde coletiva na Unicamp, fala que essa pressão por padronização também gera sofrimento.

Emerich: Tem essa urgência pela resolução de questões, tem uma lógica de medicalização que passa pelo remédio, mas não apenas, passa pela padronização de modos de estar no mundo, e isso acaba gerando muito sofrimento, como se fosse uma questão de culpa dos sujeitos e não de uma fragilidade da perspectiva social de lidar com a diferença, de reconhecer o tempo de cada um, de reconhecer as escolhas de cada um.

Ana Augusta: Nesse cenário, a gente deixa de reconhecer o que é singular e o que é plural, e culpa as pessoas por questões que não são apenas delas, mas de todos nós. O discurso da meritocracia é um exemplo disso.

Emerich: Há algo que se relaciona com isso, que é esse discurso da meritocracia, de que as pessoas sozinhas conseguem resolver suas questões, como se a gente dependesse só de um sujeito cartesiano racional, que por si só, por seu próprio esforço dá conta de lidar com todas as questões da vida. Como se todos partissem dos mesmos lugares, das mesmas oportunidades, dos mesmos acessos, enfim.

Roberta: E daí você pode estar se perguntando: como eu sei se tenho algum transtorno mental? O diagnóstico não é simples. Por exemplo, se uma pessoa está com uma falta gigantesca de energia e sem vontade de fazer absolutamente nada não é suficiente para diagnosticar um caso de depressão. Agora, se isso persistir por vários dias e começar a afetar negativamente a vida dela, daí é necessário procurar um médico para uma avaliação mais precisa.

Brañas: Então, como é feito o diagnóstico de transtorno mental? Você… De forma bem simplificada, você obtém a história familiar, você obtém dados da infância, do desenvolvimento do paciente, como é que os sintomas surgiram, como é que eles começaram, quais sintomas seriam esses, como é que é a vida dessa pessoa, os relacionamentos. Só pra ter uma ideia, uma primeira consulta psiquiátrica bem feita requer pelo menos uma hora de duração, e mesmo assim nem é sempre possível realizar o diagnóstico já, na primeira consulta, dá pra ter uma boa ideia mas ainda às vezes precisa de mais consultas pra obter mais detalhes. Além de conversar com familiares também.

Roberta: Aqui é o Marcelo Brañas falando como é feito o diagnóstico.

Brañas: Então, lembrar que o diagnóstico, ele não é feito por um sintoma, é feito por um conjunto de sintomas e um contexto. Muitos sintomas são parecidos entre um diagnóstico e outro, aparentemente parecidos né, e por isso que é necessário um profissional qualificado para o diagnóstico correto. Mesmo no século 21, em meio a tantos avanços que a gente vê de neuroimagem, ou seja, a radiologia, de estatística, como por exemplo inteligência artificial, dada a complexidade que é nosso sistema nervoso central, o nosso cérebro, e a nossa mente, ainda o diagnóstico é clínico, ou seja, baseado na coleta detalhada de história do um paciente, da observação do comportamento dele durante a consulta.

Roberta: Sobre os tratamentos, Marcelo explica que hoje há medicações psiquiátricas mais efetivas e seguras, com menos efeitos colaterais. Tem ainda tratamentos que vão além da medicação, como a estimulação cerebral, que é um tratamento no qual vários fiozinhos são colocados no couro cabeludo do paciente e dão pequenas descargas elétricas para estimular o seu cérebro. Mas calma. é um processo pouco invasivo, indolor e que tem mostrado bons resultados no tratamento de certos tipos de depressão, de alucinações auditivas e da esquizofrenia.

Ana Augusta: E tem também a psicoterapia – ou simplesmente terapia, que é uma importante aliada no tratamento dos transtornos mentais.

Brañas: E a gente, felizmente hoje em dia, a gente vê o surgimento de terapias baseadas em evidências científicas e altamente eficazes para o tratamento de transtornos psiquiátricos, um exemplo bastante importante disso e que é a minha área de estudo é transtorno de personalidade borderline. A gente já tem terapias bastante refinadas e específicas pra esse problema e com resultados excelentes. E outra coisa também, a gente nunca pode esquecer que coisas mais básicas e simples também são bastante efetivas e não podem ser negligenciadas, como mudanças do estilo de vida, que inclui atividade física, alimentação saudável, atividades sociais, lazer, não usar substâncias nocivas à saúde. Todo um tratamento completo em psiquiatria tem que envolver todas essas áreas, não pode ser focado, por exemplo, exclusivamente em consultas super curtas focadas unicamente em medicações, que são importantes, mas não são o único tratamento.

Ana Auguta: Se algo está afetando a sua vida de forma negativa e trazendo prejuízos para o seu bem-estar, para a sua vida pessoal ou profissional, procure ajuda. A sua saúde mental também faz parte da sua saúde. E como diz o especialista Bruno Emerich:

Emerich: As pessoas são muito maiores do que qualquer tipo de sintoma, então não existe “o psicótico”, “o diabético”, existe o fulano x que tem esse sofrimento, mas esse sofrimento se concatena com uma história de vida que é diferente de todos os outros sujeitos com corpo que, por mais que tenha um padrão de funcionamento parecido, também tem as suas singularidades em relação aos outros sujeitos né.

Emerich: A minha posição é de que as terapêuticas que produzem maior efeito são as terapêuticas que colocam o sujeito como protagonista da sua própria história. Eu acho que esse é o ponto principal, independentemente do grau de sofrimento e da loucura. Então, é óbvio que você poder usar a medicação como um recurso importante, e de fato é um recurso importante né, porque quando se faz a crítica à medicalização é como se fosse jogar o remédio fora, e não é, mas colocando o sujeito como protagonista desse uso, como alguém que pode escolher, pensado singularmente pra ele isso.

Roberta: O Casa de orates fica por aqui. Esse é o primeiro de uma série de seis episódios onde vamos conversar sobre saúde mental. Ele foi apresentado por mim, Roberta Bueno e pela Ana Augusta Xavier. Nós também participamos da produção, junto com o Rafael Revadam.

Ana Augusta: Os áudios do início do episódio são de uma reportagem da Fiocruz e as músicas da You Tube Audio Library. A revisão do roteiro e a coordenação são da professora Simone Pallone, do Labjor/Unicamp, e os trabalhos técnicos de Rafael Revadam e Octávio Augusto.

Roberta: Você também pode nos acompanhar nas redes sociais. Estamos no Facebook, (facebook.com/oxigenionoticias – tudo junto e sem acento). E no Instagram e no Twitter, basta procurar por “Oxigênio Podcast”.

Ana Augusta: Você pode deixar a sua opinião sobre este episódio comentando na plataforma de streaming que utiliza. E fique atento: em breve, teremos o segundo episódio do Casa de Orates. Até lá!

Anelise: É como eu te falei, eu sou uma pessoa que não posso perder segundos, eu fico muito ansiosa quando eu vejo que eu tô parada e nao to fazendo nada, até uma das descobertas, isso é uma coisa legal, uma das descobertas da pandemia pra mim foram os podcasts, porque eu descobri que eu podia escutar alguma coisa enquanto eu lavava uma louça, enquanto eu limpava, enquanto eu tava no carro, porque…

Ana Augusta: A descoberta do podcast foi de que tu consegue aproveitar melhor o teu tempo fazendo duas coisas ao mesmo tempo, é isso…(risos)

Anelise: Exatamente, como eu não posso ler dirigindo, como eu não posso, aí o podcast me resolve, eu quero ser mais produtiva, tipo, fazer uma coisa só, uma coisa no tempo, não tá bom, tem que fazer duas ao mesmo tempo, (risos)

Ana Augusta: Ai eu não te aguento, olha…

Anelise: E o pior é que é verdade… o pior é que é verdade…

Veja também

#135 – O lixo nosso de cada dia

#135 – O lixo nosso de cada dia

Somos grandes produtores de lixo, principalmente nós, que vivemos nos centros urbanos. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), em 2019 cada brasileiro produziu quase 400 quilos de lixo. No Brasil há...

Vídeo sobre o Oxigênio

Vídeo sobre o Oxigênio

Preparamos um vídeo contando um pouco da nossa história e de como produzimos os nossos episódios. O vídeo participou da mostra de cases de divulgação científica como parte das atividades do Congresso Brasileiro de Divulgação Científica, que ocorreu entre os dias 27 e...

#134 – É tudo mato? As plantas que não vemos

#134 – É tudo mato? As plantas que não vemos

As plantas estao em todos os lugares: no jardim, na decoracao, na praca e no parque. Elas estao la, mesmo que a gente nem sempre note sua presenca. Essa nossa insensibilidade diante desses seres vivos ficou conhecida como cegueira botanica. Termo proposto na decada de...

#133 – Extensão universitária pra quê?

#133 – Extensão universitária pra quê?

A Extensão é um dos três pilares da universidade pública, ao lado do Ensino e da Pesquisa. Embora pouco divulgados, vários projetos de extensão são desenvolvidos todos os anos pelas instituições, estreitando as relações com comunidades vulneráveis, fortalecendo a...

#132 – Os mitos da caverna

#132 – Os mitos da caverna

Estruturas que despertam o interesse das pessoas há milhares de anos, as cavernas ainda hoje são importantes destinos turísticos, mesmo que não para todos os gostos. Nesse episódio, falamos um pouco sobre essas estruturas, como elas se formam e também sobre os...